Arquivo

Arquivo de maio, 2002

Viva África!

Caraca, acho que já vou começar nos bolões com um pé na frente dos outros. Pra mim, apostei na Nigéria campeã.

Lembro de um estudo dizendo que os africanos são geneticamente preparados para correr mais, algo feito desde seu pasado, de quando corriam dos leões e dos caçadores humanos.

To adorando esta zebra, hehehehe. Viva Senegal!

Ao som de uma dupla russa que o Lucio Ribeiro, cada vez pior, colocou na coluna. O som delas é melhor que quase todos os dances que tocam atualmente, tem umas musicas meio rockeiras, interessantes. E é em russo!

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Cena dantesca de ontem : Após a eliminação da Tina, todos cantando e orando Jesus Cristo, cada um querendo aparecer mais. Alguém lá NÃO vai votar no Little Kid? Gues not.

Ao som do cd que só será lançado dia 11 de Junho, David Bowie – Heathen. Muito bom mesmo. Dávila achou o melhor cd desde Tin Machine, em 89. Não concordo. Earthling é um clássico mundial, a melhor definição de pop rock tecno juntos. Mas este é um cd dos anos setenta perdido no novo milênio. Pura nostalgia, com o selo de qualidade Bowie. Até para quem não gosta, são as baladas da época. Sem aquela coisa dançante (bem, só em uma música). Já elegi minhas favoritas : Sunday, Cactus (sim, cover dos Pixies) e a título.

Presentão de dia dos namorados : Clube dos Corações Solitários, do genial André Takeda. Aparentemente só vou poder comprar via Internet mesmo. Nesta época, cai muito bem. Se bem abraçado e acompanhado e acafunezado (esta eu inventei), melhor ainda.

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Quem souber ler o que está abaixo ganha uma bitoca no nariz. A letra da melhor música do Sigur Ros. Podem até não gostar, mas é bonita, assim como japonês e russo!

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Porra, Alta Fidelidade é foda. Faz qualquer cara da geração pop pensar. Pior, só escutando e sentindo a trila sonora (fui lendo e descendo).

Tem horas que você fica deprimido com a vida, sente tudo meio parado, apesar de não estar. A necessidade de sempre estar em mudanças é vital, humana. Ou minha e do David Bowie, talvez. Não sei, sei que tenho. Já estou fazendo minha lista de cosias por fazer que nunca faço.

Acho que to puto com isso pq ontem acabei com minha lista de cosias por fazer. Agora, falta só o que eu sempre deixo pra depois e nunca fazia pq tinham outras coisas para fazer : compor, gravar, escrever.

Pior que bateu umas inspirações hoje de manhã que nem sei se vou conseguir agir como analista de sistemas hoje. A veia artística acordou pulsando forte. Trail of Dead só ajuda isso.

Daqui apouco, hora de faze a rotina de sempre : ler os zines, os blogs, ir fumar com o chefe, fazer o que eu devia fazer pelo dia em meia hora, e coçar o saco.

Tenho que escrever, assim como David Grohl fala “I just gotta rock, man”.

PS: Falando em analista, morri de rir ontem no metrô, dois caras formados e pos graduados em Informática reclamando destes caras que nem formados em nada são, mas por uns certificados Microsoft, Sun e Oracle, ganham muuuuito mais e tiram a vaga dos formados. E eu, um exemplo, ali do lado, com um sorriso filhadaputa nos lábios.

Este post é dedicado a Odette Roitmann da semana, Tina, que ontem foi expulsa do BBB e promete assassinar os membros um a um, com doses de tortura e vozes do além falando em sua cabeça.

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Aí, ta inevitável. Foi o papo de ontem e hoje. Tina, Big Brother Brasil .

Hoje parece que o barraco tá rolando direto. Ela tacou a roupa dos homens na piscina, eles se vingaram, tacaram a dela, ela está ameaçando neguinho de morte e escambau a quatro.

Parece que hoje a Globo vai ter o maior Ibope do BBB, até do primeiro. Acho que vão até deixar ela. Foi a primeira vez que os servidores do Globo.com saíram do ar pelo BBB. Pode ver lá, AGORA. Ainda está fora.

Mas aí, a mulher é pirada na batata, maluco! Ela é psicoCrazy! Sério. Nunca vi alguém fazer tanta merda via rede nacional..



Exceto a vez em que hackearam as tevês, acho que em 91, e colocaram um programa contra política no horário eleitoral. Foi marcante pracaralho e quase ninguém fala….

Mas esta porra está se superando. Na internet, está com o Ibope massacrador em relação aos outros, mas sei, por experiencia de um BBB, que sempre dá o contrário, o que prova que o povo não é o publico da Internet, tem cabeças totalmente diferente.

O bicho vai pegar. Mesmo. To achando que vão entrar lá com segurança, com camisa de força e escambau a quatro.

Só falta aparecer John Mclaene, de Duro de Matar, pra ficar lá e tirar a moça.

Xii…delírios de fim do dia….

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Addicted To You

:: CHInewsKI Online – Edição nº 45 – Rio de Janeiro, 28 de Maio de 2002::

Addicted to You – Alec Empire

Escutou que bateram na porta, apesar do som alto. Fingiu que não percebera. Sabia que sua mãe entraria e ficaria a perturbando, falando que era pra ser assim, que não adiantava chorar (não se chora por leite derramado, ela sempre dizia).
Mas ela queria chorar. Berrar até perder a voz.
Foi muito…assim. De repente. Ok, ela sabia, em algum lugar dentro, que este dia estava chegando. As brigas constantes, a falta de entendimento… mas quando chega, você nunca acredita.
As caixas de som dançavam no chão com o baixo e batidas sonoros do drum and bass de Alec Empire. Alec Empire. Ela nem sabia que nome era este há dois anos atrás. Foi no mesmo dia em que resolvera chorar as mágoas de ter bombado no vestibular (não pensa em plural, vestibulares, porque aí a ferida ia se abrir de novo). Foi pra Bang!, suas amigas sempre falavam de lá. Achou fantástico o lugar, telão passando capítulos inéditos dos Simpsons e Arquivo X. Dois shows simultâneos. Lá em cima, uma banda de faculdade que parecia um rock dos anos sessenta, bem dançante. E uma banda gótica embaixo, perto da cozinha e do bar. Preferiu ficar no bar, tomando suas cuba libres e revezando o olhar entre o telão e o guitarrista da banda gótica.
Achou-o lindo. Uma jaqueta de couro, o rosto maquiado, com um batom vermelho. E um ar tão.. distante, tão perdido na música.
Sempre pensou: Relacionamentos que começam em lugares como boates e raves nunca vão pra frente. Porque nunca seguia seu instinto?
Ele percebera-se notado. Depois do show, aproximou-se diretamente, dizendo que se o mundo acabasse naquele momento, ele não podia morrer sem ter dado um beijo naquela garota linda. Ela não resistiu ao galanteio e ao efeito do álcool na cabeça e beijou-o, antes mesmo de saber seu nome. Ele , abrando-a com força, levantou-a. Fizera o que nunca tinha, foram para uma escada, o fudedródomo, como chamavam, que descia para uma sala fechada , um porão(depois soubera que lá havia muita droga), e transara com ele ali mesmo. Sem nem tirar sua calcinha, só a chegando para o lado e prendendo-se nas paredes. Nunca gozara tanto. Melhor, nunca gozara.
-Prazer, meu nome é Alex. E adorei você. – ele disse, ao segurar sua cintura e coloca-la em segurança no chão. Paixão a primeira vista, ou trepada.
E depois ela passou a ser como uma roadie da banda. Ia a vários lugares da cidade, chegou até a viajar com eles para São Paulo, num festival de bandas independentes, sempre sem largar dele. Após os shows, iam para algum bar e ficavam batendo papo. Ele nunca deixava ela falar sobre faculdade, vestibular, nem nada. Falavam sobre a vida, sobre eles, sobre tudo que não fosse sério demais. Seu olhar as vezes se perdia no nada e ela ficava olhando, admirando. Como ela adorava ser ela a ficar marcada de batom e sentir o cheiro dele (pensando bem, o cheiro nada mais era do que couro da jaqueta).
Passou-se um ano nesta fase. Ele raramente ia na casa dela, quando o fazia, mal entrava, era só para busca-la para o show. Não viam-se muito pela semana, ele passava o dia todo na faculdade de filosofia e a noite ensaiava com a banda, enquanto ela fazia cursinho.
E aí veio o problema. Ela passou.
Como as imagens vêm na cabeça facilmente, pensava ela, acendendo outro cigarro. Merda, ele me passou este vício. Mais batidas na porta. O cheiro de cigarro estava inconfundível. Não tinha mais como esconder.
Não tinha mais como viver… sem ele. O cigarro?… Não, sem ele…
Estavam na mesma faculdade, só que ela fazia Direito noturno. O salário de seu pai não agüentava mais as contas, principalmente tendo uma filha que saía tanto, e ela teve que começar a trabalhar na tarde.
Uma loja de cds, nada melhor pra ela. Alex vinha vê-la com os amigos e amigas às vezes. Nunca dando muita atenção. Começaram a ter muitas brigas, por ele andar sempre distante, por estar sempre abraçado à amigas (até amigos…mais vezes amigos que amigas), por sumir e não avisar, entre várias outras discussões. Mas sempre quem reclamava era ela. Ele nunca levantava um pio sobre ela, somente em discussões, onde ela sentia claramente que ele usava as palavras para culpá-la de algo.
Nunca conseguia responder a altura e, quando não estavam brigando, ele falava que era pra treinar a dialética dela, afinal, estava fazendo direito. Como eu era cega de levar isso a sério!, revoltou-se.
Pegara as fotos que estavam guardadas numa caixa em formato de coração debaixo de sua cama. A caixa que ela mesma comprara pra ele. Já que Alex não queria levar “tranqueira”, como falava, pra casa, ela começou a usar como guarda-recordações do namoro. Olhava como sorriam nas fotos. Olhando bem, o sorriso dele nunca era um sorriso. Era somente o sorriso fotográfico, sabe? Às vezes até daqueles feitos com batom, como aquele cara das revistas de super herói que ele lê… Coringa, era assim que eu chamava-o as vezes…
Depois de uns meses, ela resolveu radicalizar. Parou de procurá-lo.
Ele ligava, ela respondia, mas não dava muita bola. Até que ela não agüentou e foi em sua casa, chorando, que não conseguia ficar sem ele, etc. Aquele papo desesperado de sempre. Foi nesta época que ele começou a falar de ter um relacionamento mais aberto. Veio com teorias filosóficas e ela com réplicas cristãs. Nunca vai esquecer o que
disse: Nenhuma cristã fode em escada ,fuma ou bebe como você faz. Ela chorou mais, e chegaram meio que num ponto onde tinha acabado com o relacionamento em si, mas nenhuma parte assumia.
Foi picotando foto por foto. Jogando fora cada cartinha que ela escrevera (ele só dava cartões daqueles que já vem escritos, e colocava um desenho ou um pedaço de letra de música, mas falar algo além de “te adoro”, nunca).
Ela continuava indo nos shows, e vendo-o ficar descaradamente com outras garotas. Estavam começando a fazer um certo sucesso em faculdades, ele estava ficando popular. Discutiam no dia seguinte (claro, porque ela saia no meio do show, puta da vida, e ele só dava notícias no dia seguinte, com uma voz morgada), e tudo continuava assim. Faltava força de vontade para parar de vê-lo. De tê-lo.
Até que, nesta tarde, ele resolvera levá-la para sua casa. Que rara espontaniedade, pensara. Chegando lá, ficaram se namorando, ela ficando feliz. Até que uma amiga dele chegara. Não entendera muito bem, ele chamando-a para dentro, dando uma cerveja. Até que ele, sentado na cama, abraçara-a pela cintura e chamara Alê para sentar-se.
Foi, nervosa, até que percebeu que ele estava acariciando as duas. Ela levantou-se, reclamando dele, e ele puxando-a de volta. Falou que ela tinha que fazer isso ou então nunca mais iam se ver. Ela foi embora e agora acabava de picotar tudo que guardara. Nem que nunca mais fosse vê-lo.
Seu celular tocara. Era ele. Aos prantos, conversaram. Ela reclamou da situação, e ele lembrou de tudo que passaram. Ela parara de chorar, e começava a esboçar um sorriso tristonho ao ver tudo que ele falava cortado aos pedaços no chão vazio em sua frente.
Resolvera ir para a casa dele, como pedira. Ao abrir a porta, ela viu.
A mulher ainda estava lá. Filha da puta. Ela sentou-se no chão do corredor, pôs a cabeça entre as pernas e chorou. Ele saiu e sentou-se ao seu lado, deixando a garota lá dentro. Fez cafuné, falando que ele queria isso, queria assim, ia ser blá blá blá. Ela não conseguia mais pensar muito. Percebera que uma aliança no dedo dele estava prendendo em seu cabelo. Lembrou do rosto da vadia e lembrou que ela era uma das amiguinhas que ela sempre vira abraçada com ele. Perguntou sobre isso e veio uma historinha muito mal contada. Ele cantarolou uma música que fizera pra ela. Um sorriso tentando ser falso,mas ela realmente sentia algo quando ele cantarolava (será que esta música é pra mim mesma? Ah, tem que ser).
Levantou-se e estendeu a mão para baixo. Vamos, ele falou. Olhou pra dentro minuciosamente e percebeu que havia um brilho na mão da garota também. Uma aliança. NÃO! Mas ela entrou. E chorou e gozou. E jurou de novo não voltar. Mas era difícil largar vícios, mesmo que o vício possa largar de você. Preferia ser uma burra feliz a uma solitária depressiva. Nem que tivesse que dividir seu vício. Com eles ou elas.
Ela o queria .
E ponto.

::Caim::

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Ontem a gripe me chapou na cama. Dormis até as seis da atarde e depois joguei direto até as uma da manhã Final Fantasy IX. Puta que o pariu,que jogo! Que gráfico! Mucho foda mesmo. Viciante mesmo. Após jogar sete horas sem errar nada, nenhum enigma, ainda não passei do primeiro dos 4 cds. Caralho, deve ser uma saga enorme!

Saudades das minhas mp3 do trabalho…. tenho que gravar logo um cd!

Aí, enquete: Alguém ainda vê South Park? Acho que não tem ninguém mais vendo, não é a toa que matarm o Kenny. Top 5 apelos para levantar o Ibope de desenhos/revistas de super heróis:

5-Matarem a mulher do Ned Flanders – Simpsons

4-Aleijarem o Bruce Wayne – Batman

3-Matarem o Robin – Batman

2- Tirarem o braço do Aquaman e colocarem um arpão no lugar – Liga da Justiça

1- Matarem o Super Homem, 4 disputarem o seu lugar (o Negão de Aço, Steel, virou até filme com o Shaq o’Neil), depois ele ganha raios, depois ele começa a ficar gigante, etc… enfim, tudo do super homem pós mortem.

Isso porque não coloquei várias outras apelações, como as intermináveis mortes e ressureições. Parece jogo de videogame ou… o Kenny.

Po, agora me lembrei do seriado Lois and Clark, as Novas Aventuras do Super Homem. Era piegas mas eu me amarrava… É mais um lugar onde a frase que dá nome ao blog apareceu.

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Após pedidos, linkspara músicas já comentadas aqui e no antigo blog, para quem tem AudioGalaxy:

NIN The Legend of Zelda – Não tenho certeza se é o Nine Inch Nails, mas que a versão da abertura do meu jogo preferido Zelda tá foda e rock, tá!

Linkin Park & Simpsons Closer – Podia ser melhor, colocaram a voz dos simpsons em cima da música, mas ficou bem legal. A abertura já vale a música.

Michael jackSon & Bart Simpson – Lisa It’s your Birthday : Uma das melhores coisas que Michael já fez pela música, e logo numa participação nos Simpsons.

David Grohl – Arms Wide Open (Creed Parody) – Para fãs e inimigos do Creed, está bem cômica.

John Mayer – Kid A – Pensei, pensei, e acho sim, esta versão melhor que o original. Vindo de um fã do Radiohead desde o primeiro cd.

Ratos de Porao – John Travolta – A letra diz tudo. Eu não quero mais ouvir falar de John Travolta, nem Olivia Newton John! PS : lembrem que esta música é bem velha, da época do auge de ambos.

Los Pirata Vader – Para fãs do Star Wars, tá bem legal esta versão mesmo. Encaixaria perfeitamente no Spaceballs – Deu a louca no Espaço

James Bond – Placebo – A que falei abaixo, está legalzinha.

Elliott Smith – Neddle in the Hay – Escutem e veja o que é um bom rock acústico, assim como o John Mayer (tá me batendo saudades do Dave Mathews)

Tom Waits – Blood Money (o cd todo) – O cara é um dos músicos que menos tem definição que conheço. Quem conhece, já sabe onde descer tudo. Quem não conhece, escute que é um de seus melhores trabalhos.

Tá bom, né? Qq coisa, tem muito post desta semana aí embaixo.

Bom fim de semana (findie é o caralho, coisa retardada os “indies” falarem isso, quase tão ruim qto “hype”)

Seyze the day

Make your life extraordinary.

Programa do fim de semana : Ver “Febre de Bola”, baseado no livro do citado abaixo Horby. E namorar.

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Para quem quer um pouco mais de música pesada,meu fim de tarde:

-Ratos de Porão – John Travolta : Pura besteira, mas acho uma das melhores músicas do Ratos. Desci uma porrada aora, tava senitndo falta de algo pesado, só o Trail of Dead (que banda…Pq eu não fui ao Show??) não dava. Desçam também O Dotadão Deve Morrer e o clássico Beber até Morrer.

-Placebo – James Bond Song – A idéia era boa, pegaram a base da abertura do James Bond e fizeram uma música em cima. Ficou legal, mas sem cara de Placebo. Ficou com cara de James Bond ano 2000 (leia-se Garbage e U2).

-Sepultura – Orgasmatron : Nem preciso comentar.

Isso sem contar Sex and Violence, do Stone Temple Pilots, uma das (banda e música) prediletas da casa, e todos os álbuns do Trail of Dead. Um dia tenho que queimar o cd com isso…

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Acabei ontem a noite de ler o sétimo livro de uma saga cristã, “Deixados Pra Trás”, chamado “A Marca”. Vou contar a história, é meio engraada. Comprie um livro que parecia uma puta ficção, “A Colheita”. Descobri depois que era a quarta parte de uma série. Comprei os três anteriores. É interessante, acredite se quiser. Isso vem de alguém que não gosta de religião, não levo a sério nenhuma instituição religiosa. Mas a aventura é foda. O Apocalipse traduzido para gente normal, como eu e você. E sério, quem já leu (ou teve que ler a Bíblia), sabe que o apocalipse dá um puta filme. Desculpem-me os religiosos, mas é um dos melhores roteiro de ficção que já li.

Hoje estou, como já falei, lendo “Alta Fidelidade“, e não vou parar de ler Nick Horby. O cara tem uma escrita gostosa, até quando não tem uma boa história. A história flui, pena que muitas partes fluem para a privada (boa parte do Como ser Legal e Um Grande Garoto, por exemplo).

E lembrem-se. Quem não leu o As Duas Torres (Senhor dos Anéis segundo livro), corra. Sei de gente que ficou pra ler depois do filme com calma (afinal, teria um ano para isso) e não leu até agora. Vai acabar indo ver o filme sem ler ou lendo na metade de novo, que é o pior caso!

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