Putz, mais uma vez não deu preu escrever tudo que queria. Do Nando Reis, só vou resumir um pouco : HAHAHA, vocês que riam deu gostar dele. Sejam ex, sejam amigos sejam playboys que viam meus cds em cima da mesa e achavam maluquice. Agora ele ficou pop, né? Agora ele é bom, né? O cara sempre foi bom, desde lá pelos idos de Marvin. Mas depois deste show dele, cara. ELe tem um estilo de rock meio acustico muito foda. O unico cd dele que realmentenão achei muito bom foi o primeiro, era MPB demais pra minha cabeça. Mas também estava numa época que a MPB estava quase voltando com força. Aí, depois, os dois, o Arco Iris e o Infernal sào perfeitos. O Infernal demorei a gostar, porque estranhei muitas das músicas que ele gravara, elas antes só tinham sido tocadas por outros que ele passara as músicas. Mas depois de ver ao vivo, o cara tocandoi com o sentimento a flor da pele, não dá. Ele finalmente está tendo seu lugar ao Sol.
Ainda nào consegui reler o Cavaleiro das Trevas. Ontem estava me recuperando de uma insolaçao, após as comemorações da vitória do Luis Inácio. a ficha ainda não caiu, ontem caiu um pouco, mas sei lá….Caralho, ele chegou lá…finalmente…
Dois filmaços no fim de semana: o primeiro, nem tão filmaço assim, Rose Red, uma minissérie que o Stephen King escreveu. Seria um terror tradicional, casa mal assombrada, pessoas passando uns dias lá. Mas o problema é que desde os idos dos 60 não se grava com qualidade estas histórias. Sempre são adolescentes que vão parar lá, os gatos e as gatas (ok, Catherina Zeta Jones em a Casa amaldiçoada estava foda…), sempre o casal sai vivo, etc. Mas este foi escrito pelo Stephen. Não dá pra comparar. O chato é que ele, relamente, está sem idéias. Este filme é uma mistura de O Iluminado com outro que me esqueci, mas isso não tira a qualidade da história. Ainda por cima por ter 4 horas e meia para DESENVOLVER personagens, coisa que o cinema não sabe mais fazer.
Crimes do Stephen King tradicionais: o cara que você está mais gostando sempre morre no começo, aquele que você acha que vai ser o herói morre quando você acha que ele fará o papel de herói, as mulheres sempre vivem, aquela pessoa que você achou que era má mas depois mudou de opinião era má mesmo, aquela pessoas que você achou que era boa mas que depois mudou de idéia era má mesmo, o herói sempre acaba sendo um demente e o cara com quem ninguém foi com a cara. E sempre sobrevive também algum arroz da história. E nunca rola sexo.
O outro, fico até sem palavras para descrevê-lo: Apocalipse Now Redux. andava meio de cu doce para ver alguns filmes de guerra que estavam lá na prateleira, mas depois desse…Caralho, que obra prima…Que porra era o Marlon Brando neste filme? Aquilo é uma das atuações mais históricas que já vi, assim como o Martin Sheen. E o filme cai mais do que perfeito (MESMO) com a crise no oriente médio, os motivos de guerras sem sentido…vejam. Revejam. E depois revejam. E pensem. Muito bom mesmo. Clássico.
Cara, desde que vi O Circulo do Vicio, outro filme que relutei muito em ver, não tiro Dorothy Parker da cabea. Ok, a maravilhosa Jennifer Jason Leigh fez o papel, mas a pessoa que foi Dorothy Parker foi demais mesmo. Olhe só algumas frases dela :
“You know, that woman speaks 18 languages,
and she can’t say “no” in any of them.”
“Salary is no object:
I want only enough to keep body and soul apart.”
Ao som de Foo Figthers – The One



