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Começar a Terminar, JCVD

13, outubro, 2008 Paulo Marinho Sem comentários

Peça sensacional, de uma forma inusitada, a Começar a Terminar. Andre Abujamra nunca me decepcionou, e continua a não me decepcionar. Não entendo nada de Beckett, infelizmente, mas as grandes frases me cativaram. A dúvida de quando finalmente iriamos nascer, genial. Me deu curiosidade do Beckett e do teatro do absurdo, que me parece bem similar a onirica de David Lynch.

Mundando do vinho para a agua, acho que sou um dos poucos que está louco para ver o novo filme do Van Damme, JCVD. Sim, suas inicias. Sim, o filme é meio uma satira a ele mesmo. Sempre achei-o um comediante que nunca tinha explorado seu potencial, alem de em entrevistas, no Letterman, até no Jo. Este filme parece ser cheio de boas sacadas que poderiam ser até repetidas, mas vindo de um dos grandes nomes dos filmes de artes marciais, fica genial.

Abaixo um teaser e um trailer:

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Filmes para pensar

2, setembro, 2007 Paulo Marinho Sem comentários

Aproveitando um comentário de um amigo meu, queria falar um pouco de surrealismo, ou seja o que for que qualificam hoje (cult, abstrato, etc).
O melhor filme que vi no ano passado foi A Fonte da Vida. Mas de longe. O diretor, de nome complicado, fez um Pi que era interessante, mas deixa tonto muita gente. Em Requiem para um Sonho, fez um filme bem perto do comercial, mas com muitas drogas, sexo e violência. Em Fonte da Vida, ele chega ao seu auge, na minha opinião.
Todos sempre discutem de religião como é hoje, das culturas ancestrais, e do que será o futuro. Todo mundo já ouviu falar (cuidado, spoiler) da fonte de rejuvenescimento, seja a arvore da vida, o poço de lazarus, o santo Graal. O que ele fez com a mitologia latina (passado) com a halopatia (presente) e sua difucildade em acreditar em o que a creça ociental nao acredita, e a cultura oriental (futuro, na minha interpretação do filme) é genial. A trilha sonora, e principlamente a fotografia fazem o resto.
Estou aqui, em minhas mãos, com o Inland Empire do David Lynch na fila. Mais um de ame ou odeie, assim como quase toda minha coleção de DVDs, como quem me conhece sabe. VI comentários no IMDB e na Amazon que morro de rir. E o mais engraçado é normalmente ver a procedencia do comentario, pessoas que só viram comedias agua com açucar ou esperavam um filme de ação ou algo assim. Creio que são as mesmas pessoas que não entendem porque o mundo tem tantos furacões ou porque da favelização e violencia.
Acho que, alem do grande Brilho Eterno de uma mente sem lembranças, o ultimo mega blockbuster cabeça que vi foi AI, que foi meio que discriminado, apesar de ser Spielberg. Foi-se o tempo onde 2001 era o papo de bares. Agora, só Duro de matar, a não ser que esteja em uma roda própria. E os furacões e terremotos aumentam, e as pessoas seguem a Idiocracia (perfeitamente retratadas em Idiocracy) e ninguem entende…

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A Love Song for Bobby Long

2, setembro, 2007 Paulo Marinho Sem comentários

FInalmente temos uma torre de cds e dvds que queriamos a mais de um ano. Ok, não deu pra missa metade, mas já ficou bem legal. Isso nos levou a organizar alguns cds que nem sabiamos que tinhamos, por exemplo, um single de chico cesar antes de estourar (e desapareceu de vez também, não?).

Mas na verdade quero falar um pouco de alguns filmes perdidos que nunca acabamos vendo. Hoje foi o dia de A Love Song for Bobby Long. Sim, desci pela Scarlett Johansonn, na época em que quando falava dela ninguém sabia quem era. Acho que foi o primeiro filme que vi Travolta atuando de verdade. Uma história simples, em muitos pontos previsíveis (bem, se você querer pensar, ele não é previsivel, mas se não pensar muito, é, complicado explicar, fica para um post sobre o assunto). Mas o melhor, além de uma otima hostira, apesar de simples, e de boas atuações, são as citações da literatura feitas pelo bêbado Bobby Long pelo filme inteiro.

Quero ainda pegar todas as citações feitas, mas uma foi magnifica:
“We cannot tear out a single page of our lives, but we can throw the whole book in the fire.”. George Sand. Devidamente colocada no MSN.

PS: Não consegui voltar a postar normalmente pois voltei a maratona 24/7 de trabalho. Será que isso acaba antes de eu me acabar com isso?

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Rammstein – Amerika

18, dezembro, 2006 Paulo Marinho Sem comentários

Rammstein – Amerika (Legendado)

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2006

12, dezembro, 2006 Paulo Marinho Sem comentários

Não houve, nese ano, um filme foda. Ok, vi poucos. Ficaria entre O gRande GOlpe, Piratas do caribe 2, a Dama da Agua e a Fonte da Vida (este pra mim franco favorito pelo diretor, mas dece pcionou, pouco). Inland Empire não estreiou, nem 300, o Ilusionista foi so fotografia.
O que me leva a achar o melhor filme de 2006 Sin CIty. Não a versão padrão. A versão do dia 3 de Janeiro, vista no clássico Odeon (please, onde vejo filmes assim em SP?), extendida. O que Guilherme del toro e Frank Miller levaram a tela… o que é isso?
Em musica parece isso. So tive decepção. A unica coisa realmente boa foi TV on the radio (e a volta do Dinosaur JR). Num ano de tantas mudanças, a coisa ser tãoi.. estatica, me deprime. Mas pelo menos TV é revolucionario. Vai ate um video foda, com Vahaus e NIN juntos. Foda.
Nos quadrinhos, a depressão é total. A melhor coisa ja feita, em geral, foi a saga do Demolidor, que acaba agora. Acaba nao em sentido, mas em publicação. Foi cancelada. NO Brasil. Uma pena. Em 207 vou ter que ler merdas pra acompanhar o maior heroi sem poderes ja existente. Sim, ele desbancou Batman a anos. Ha decadas.

Um ano tao eletrizante , vide as eleições, merecia uma cultura igual. O filme do oscar, achei fraco. Pelo que vi, O Ano em que Meus pais sairam de ferias ganha longe.

As bandas indies, sao as de sempre. Pelvs. MopTop. Arnaldo manteve-se acima da medisa, como sempre.

\Espero que algum cd ainda me surpreenda. pelo menos nacional. E que algum filme me pegue. Senão, vai ser um ano sao paulo, um dia apos o outro dia, falaria racionais.

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Em 2003

Em 2003 :

.:Acabo de ver as imagens de The Matrix Reloaded. Não sei ao certo o que pensar. Ainda é muito pouco para ter uma idéia, mas o roteiro básico já se sabe : Neo e os outros lutarão pela defesa da cidade de Zion, onde tentarão (ou conseguirão?) a liberdade dos humanso. Já se sabe que a terceira parte será o mais dark (please, Tim Burton e sua equipe!), que será com a humanidade livre, lutando na Terra real pela volta da sociedade normal. Este aí que dá pra ter várias questões. Estou achando que este dois deve ser bem fraco em roteiro. O terceiro será tão foda quanto o primeiro (se houver).

A idéia de deixar a iluminação com o esverdeado de computador foi ótima, mas só. Mais inimigos, mais desafios, etc. BláBláBlá de filmes de ação normais, não do que Matrix foi.

Quer ver as imagens?

.:Vi o teaser do Hulk. Uma merda. Todos vão amar, mas garanto que daqui a anos vão falar a mesma coisa dos antigos. Se for razoável, será pela Jeniffer Conelly (ô mulherzinha linda) e Ang Lee.

Quer ver o teaser?

- Pior do que andar deprimido, é escutar Alice in Chains deprê. O cara já tinha matado a alma desde o primeiro disco. Dói. Mas é foda. Que geraçào de sadomasoquistas (Me included) que foi esta dos 90… Favorita : esqueci o nome, o refrão é asim “What’s my drug of choice? Well, what have you got? I don’t go wrong, cause i do it a lot”

-No discman hoje : Spawn Soundtrack e Ramones Loco Live. Ramones é pra tentar tirar da depressão (antes que falem, sim, já tentei Pizzicato Five e, pela primeira vez, não adiantou).

Frase e música : “I can kill but i can’t die” – Henry Rollins/Goldie

Dica do dia: Coloquem numa luta de vale tudo, tirem o som, e coloquem em outra tevê ou de outra maneira o som de uma partida de tênis. Pra mim, não havia dúvidas que estavam fazendo sexo sadomaso, sério. Até sincronizado com os abraços e porradas os “uh” dos tenistas estavam!

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Filmes para situações

Filmes para situações:

-Quando estiver bebendo demais, veja Farrapo Humano

-Quando estiver bebendo demais e comendo “vagabundas”, veja Despedida em Las Vegas

-Quando achar que está se drogando demais, veja Transpoitting e Requiém de um Sonho

-Quando achar que está perdido na vida, sem fazer o que gosta, veja Sociedade dos Poetas mortos

-Quando se achar fútil, veja Clube de Luta

-Quando achar que seu relacionamento está uma merda :

se você nasceu até os 80, veja Singles-Vida de Solteiro e Alta Fidelidade

Se você nasceu antes, veja Cenas de um Casamento ou Maridos e Esposas

Se nasceu depois dos 80, espere que ainda virá seu filme.

-Quando achar que está sozinho, veja Notas do Subterrâneo

-Quando quiser entender o sentido da vida e filosofia (ou pistas e idéias, ao menos), veja Ponto de Mutação (raríssimo, baseado no livro de mesmo nome)

-Quando achar que a juventude está perdida, veja Kids

-Quando achar que os velhos são chatos, veja Perfume de Mulher

-Quando achar que perdeu a criança dentro de você, veja Toy Story 1 e 2, se for mais velho, Muppets Conquistam Nova Iorque

-Quando achar que o rock morreu, veja Quase famosos

-Quando achar que o blues é um babaca solando falando besteira, veja Crossroads – Encruzilhada

-Quando achar que o jazz não é nada, veja Bird

-Quando perder sua “fantasia”, veja História sem Fim

-Quando achar filme europeu tudo uma merda, veja Dançando no Escuro

-Quando achar Shakespeare um saco, cosia de velho, veja Romeu e Julieta( o do de Caprio)

Tá comeando a ficar chato.

Depois faço o mesmo com livros e música. Hora de estudar. Prova amanhã. Noite sem dormir a vista.

Música da Noite: Ruderless – Lemonheads

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Duna – David Lynch

Mantendo a maratona David Lynch, ontem foi dia de Duna. E sobra-me algo pra dizer.

Caralho, somos otários.

Matrix é foda?

Are you sure? Já viu Duna?

Não acredito em coincidências. A história é muito similar. A crítica ao que acontecia na época (a crise de petróleo), e o aparecimento do “escolhido”, com poderes acima dos reais, mostrando o que é a verdade do que acontece. Caralho, lembrou muito Matrix. As roupas pretas, a idéia de um oráculo, a parábola a várias filosofias e clássicos da literatura (onde a série de livros aparece).

Gente, nossa memória é muito ruim. Tá bom, Matrix é mais atual, mas a crítica é mesma. Nenhuma idéia de gênio.

PS: Sting está podre. E o toque David Lynch são os Harkenners, se não me engano o nome. Um raça toda de seres bizarros como ele gosta. O chefão da clã nem anda, só voa com uma roupa bem esquisita.

Errata: Não são Harkenners e sim Harkonen. By Hiro.

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